Um cantinho feito para pessoas com a cabeça fora da casinha, que adoram café,sorvete e textos significativos sobre a vida e suas banalidades.
quarta-feira, 26 de junho de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
É só meu jeito...inconstante e imperfeito...
Eu não sou a pessoa mais sensata deste planeta bagunçado. Meter os pés pelas mãos para mim é tão fácil quanto comer cheesecake de amoras. Então, conte com minha maturidade, minha empatia e minha complacência nos seus momentos difíceis. Mas quando eu fizer “tempestade em copo d'água”, peço que entenda que esse é meu momento trágico da vida e ainda que você discorde com veemência, eu realmente estou sentindo toda aquela dor estampada na cara, nos olhos e no corpo...
É que tudo em mim ou é muito ou é dobrado. De qualquer jeito eu me transbordo de emoção. Se estiver apaixonada por você, vou estar com toda a força do mundo. Vou andar em nuvens e ver o mundo com lentes cor de rosa. Mas se você me tirar do sério. Acredite, eu vou sair! Eu vou sofrer, vou detestar, vou me arrepender de todos os domingos alegres de sol que me iludiram e vou dormir... Exausta. Mas no dia seguinte, quando olhar pros seus olhos e sentir falta da pressão do teu braço na minha cintura, vou te amar de novo...com o corpo todo...com tudo novo.
Não liga não...Meus dias revolucionários, em que tento mudar o mundo, vão normalmente começar por você. Mas...vai passar. E então vou voltar a ser a menina docinha, como brigadeiro em dia de chuva, que você conheceu.
Bem que eu gostaria de facilitar, mas não é fácil para mim ter toda essa intensidade controlada no peito. É que eu sempre fui o tipo que pisa no freio toda vez que a felicidade vira a esquina. É medo, medo de despencar do meu estado de graça. Não quero mais isso... Se não estiver bom, eu vou falar, vou gritar e espernear... Mas quando as coisas estiverem no lugar, vou sentar na rede e tomar guaraná com você até o sol desaparecer.
Quero me dar esse presente. Vou me dar o direito de cortar laços com tudo o que mancha o sorriso. Ainda que para isso eu tenha que me desfazer de partes de mim. E se doer, vou chorar com a cara no tapete e soluçar até o peito cansar...Depois eu levanto, abraço o travesseiro e durmo quietinha, pedindo que a vida me acorde devagar pela manhã e que eu sobreviva, afinal, é só mais um dia...
(L.K)
Tô ouvindo...
quarta-feira, 19 de junho de 2013
E de-repente, quando pensei que era mais uma noite de folia, o Brasil me comoveu e eu me senti em casa...
Sabe, eu nunca fui muito fã de ter nascido no Brasil, não me entendam mal...Hollywood mexeu com a minha cabeça. Sem contar as dezenas de autores europeus que li ao longo dessa minha vida fofa!
Ah, e eu sou elétrica de mais para o jeito pacato do Brasil. Sabe, eu sou uma idealista, romântica incorrigível, então fica difícil concordar com a apatia brasileira diante das injustiças sociais.
Também tem o fato de eu amar (enlouquecida e perdidamente) história. E se tem uma coisa que o povo da "gringa" cuida é da sua história, seus monumentos e sua cultura. O Brasil fica beeeem atrás nesse quesito. Além disso, ainda tem aquelas roupas super charmosas do inverno europeu que me matam de desejo.
Por essas e outras, eu gostaria sim de ter nascido na França, na Itália, na Escócia, ou num daqueles paisesinhos, bem minúsculos, que provavelmente foram apenas feudos na idade média.
Mas não nasci né!? Nasci aqui, na beira da praia e com samba no pé (um pouco fora de ritmo, admito). Com isso, acabei me tornando uma dessas pessoas inconformadas, inquietas e revoltadas. Um verdadeiro peixe fora d'água. Pior, um peixe branquelo contrastando com o dourado dos outros! Que coisa...
Acontece que nesta última semana, noooossa...! Eu fui a loucura com todo esse levante popular em favor do País. E não vem com esse pessimismo de que "isso vai acabar em nada". Algo desta dimensão não pode não acabar em algo. Entende????É um marco...mais um!
De repente passei a acreditar num Brasil melhor, mais atento com seu dinheiro, mais apegado à educação e ao trabalho. Sem tanto oba-oba! De repente ouvi minha voz crescendo e se tornando a voz de milhares, me senti abraçada por uma multidão que marcha sem medo. Um pouco confusa talvez, mas com a coragem e vontade de mudar, estampadas no peito. De repente percebi que muita gente que andou por essa vida calado, tinha muito a dizer e que, apesar de não termos resistido à ditadura e nem pintado a cara pelas diretas, minha geração está lutando. Não por centavos, não contra um time, não contra um único presidente. Estamos lutando por um povo. Por dias melhores. Por Brasileiros melhores.
(L.K)

A luta dos nossos pais!

A nossa luta!
P.s: Continuo querendo ir para Paris, mas "to" orgulhosa dos brasileiros!
Ah, e eu sou elétrica de mais para o jeito pacato do Brasil. Sabe, eu sou uma idealista, romântica incorrigível, então fica difícil concordar com a apatia brasileira diante das injustiças sociais.
Também tem o fato de eu amar (enlouquecida e perdidamente) história. E se tem uma coisa que o povo da "gringa" cuida é da sua história, seus monumentos e sua cultura. O Brasil fica beeeem atrás nesse quesito. Além disso, ainda tem aquelas roupas super charmosas do inverno europeu que me matam de desejo.
Por essas e outras, eu gostaria sim de ter nascido na França, na Itália, na Escócia, ou num daqueles paisesinhos, bem minúsculos, que provavelmente foram apenas feudos na idade média.
Mas não nasci né!? Nasci aqui, na beira da praia e com samba no pé (um pouco fora de ritmo, admito). Com isso, acabei me tornando uma dessas pessoas inconformadas, inquietas e revoltadas. Um verdadeiro peixe fora d'água. Pior, um peixe branquelo contrastando com o dourado dos outros! Que coisa...
Acontece que nesta última semana, noooossa...! Eu fui a loucura com todo esse levante popular em favor do País. E não vem com esse pessimismo de que "isso vai acabar em nada". Algo desta dimensão não pode não acabar em algo. Entende????É um marco...mais um!
De repente passei a acreditar num Brasil melhor, mais atento com seu dinheiro, mais apegado à educação e ao trabalho. Sem tanto oba-oba! De repente ouvi minha voz crescendo e se tornando a voz de milhares, me senti abraçada por uma multidão que marcha sem medo. Um pouco confusa talvez, mas com a coragem e vontade de mudar, estampadas no peito. De repente percebi que muita gente que andou por essa vida calado, tinha muito a dizer e que, apesar de não termos resistido à ditadura e nem pintado a cara pelas diretas, minha geração está lutando. Não por centavos, não contra um time, não contra um único presidente. Estamos lutando por um povo. Por dias melhores. Por Brasileiros melhores.
(L.K)

A luta dos nossos pais!

A nossa luta!
P.s: Continuo querendo ir para Paris, mas "to" orgulhosa dos brasileiros!
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Por que chorar é normal
Essa coisa de que a gente não pode sentir pena de si é a pior babaquice já contada pelos mentirosos de Hollywood. O pior é que a gente acredita e fica se fazendo de forte todo o tempo. Pelo amor! Se a mala tá pesada, joga um pouco das tralhas fora e alivia o peso. Se os olhos estão cheios, deixa vazar toda essa água e inundar o mundo. Se sua vida for tão complicada a ponto de te pirar vez ou outra, reclame.
E nem vem com essa de que reclamar não muda nada. De fato. Não muda... Mas "super" alivia. Poxa, a gente nasce sem saber o que tá acontecendo, onde tá chegando e quando vê já tem um monte de referências familiares pipocando na cabeça. Nem dá tempo de tirar as próprias conclusões e já vem todo mundo dizendo que isso é errado, que aquilo é melhor, que chuva molha, fogo queima...
Com tudo isso ainda querem que a gente viva loucamente sendo feliz todo o tempo. Como? Me explica? Sim por que tem hora que tudo o que eu quero é sentar no meio fio, deitar a cabeça no joelho e chorar até a barra da calça encharcar. Mas eu posso fazer isso? Claro que não! Tenho que escovar o cabelo, passar batom e fingir que não tem uma bomba “tique-taqueando” dentro de mim.
Que saco. Que porcaria. Que coisa! Quero ter direito a sentir dor e fazer careta, quero lamentar minha sorte, quero sentir pena da minha situação e quero, sim, ingerir calorias desnecessárias como escapismo para a tristeza. Mas quero tudo isso sem ninguém entupindo minha cabeça com autoajuda e clichês do tipo “você supera”, ou “tem gente em situação pior”. Eu sei que tem. Sei que a África continua faminta, que a violência só aumenta e que muita gente está, nesse momento, sofrendo num hospital. Mas para mim, para a minha capacidade de superação, tá difícil também. Problema não tem tamanho, força para superar é que tem. E se eu não estiver a fim de superar, não quero “ter” que superar. Não agora, não na marra... Talvez amanhã quando os olhos desincharem e o peso nos ombros diminuírem eu supere. Mas agora eu quero é sofrer com toda a vontade. Quero chorar até a tristeza secar. Quero ser mimada, acalmada e quero um copo de água com açúcar, por favor!
(L.K)
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Feliz dia dos namorados, maridos, amores...
Eu hoje acordei com uma vontade danada de você!
De um jeito diferente, de um jeito que não tem por quê!
É que quando a gente tá junto, meu Deus, sobra assunto,
As horas passam num ritmo louco,
Eu começo a me sentir em casa, pouco a pouco!
Mas quando você tá longe,
Nem imagina, o chão some,
Vira fumaça,
E eu sinto vontade de ser nuvem, daquela branca e fofa
Só pra ir onde você está,
E mandar pra longe essa saudade louca, louca...
Hoje vou ter que agüentar,
Esse vazio grande no peito
Vou dar um jeitinho de suportar,
Por que essa distância doída,
Por mais que seja insensata e descabida,
Aproxima a gente,
De um jeito surpreendente!
Pois faz querer mais cada minuto de sorriso
E cada carinho incontido,
Que só um amor como o nosso trás.
(Louizzeh Kelly Espindola)
De um jeito diferente, de um jeito que não tem por quê!
É que quando a gente tá junto, meu Deus, sobra assunto,
As horas passam num ritmo louco,Eu começo a me sentir em casa, pouco a pouco!
Mas quando você tá longe,
Nem imagina, o chão some,
Vira fumaça,
E eu sinto vontade de ser nuvem, daquela branca e fofa
Só pra ir onde você está,
E mandar pra longe essa saudade louca, louca...
Hoje vou ter que agüentar,
Esse vazio grande no peito
Vou dar um jeitinho de suportar,
Por que essa distância doída,
Por mais que seja insensata e descabida,
Aproxima a gente,
De um jeito surpreendente!
Pois faz querer mais cada minuto de sorriso
E cada carinho incontido,
Que só um amor como o nosso trás.
(Louizzeh Kelly Espindola)
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Feliz Aniversário Mana!
É uma loteria! É que a gente não tem a menor escolha, sequer perguntam nossa opinião! Portanto, o negócio é torcer para que valha a pena, afinal, irmã menor pode ser um perfeito exemplar de eterno "pentelhismo-infantil".
Por outro lado, é uma chance que a vida te dá de ter alguém que, mesmo sabendo seus piores segredos (e espalhando alguns por aí), vai te amar incondicionalmente, graças a essa coisa cafona de "laços de sangue", que ninguém entende!
E se ela for a sua cara e tamanho, talvez vocês travem algumas guerras para manter a segurança do seu guarda-roupas. Por outro lado, sempre vai ter alguém te salvando com um figurino novo para aquela festa de última hora.
Irmã menor tem tudo para ser uma grande empecilho no seu direito à paparicação e com toda a certeza vai te trazer aquelas responsabilidades de irmã mais velha...
Mas, ainda assim, é bom demais ter alguém para poder ligar e contar uma amenidade de tarde domingueira, ou alguém com quem dividir a panela de brigadeiro na hora da TPM, ou para te fazer cair na real com um sacode e acalmar suas lágrimas com um abraço.
Por essas e outras que irmã menor, mesmo sem que a gente queira, acaba se tornando a parceria da vida toda! É amor para a vida toda!!!!!
Te amo nega!!!!
sábado, 8 de junho de 2013
Manual para enfrentar aquele dia de depressão feminina...
E quando as coisas ficarem tão difíceis a ponto de você se sentir tentada a passar o dia no sofá, chorando, levante e vá fazer cachos no cabelo.
Sentir pena de si mesma, por mais comum que seja, não resolve absolutamente nada. Portanto, ao invés de choramingar, faça alguma coisa, ocupe-se! Faça seu cérebro e seu corpo trabalharem em favor de algo além da solução dos seus problemas, é bom dar ares novos para a mente.
Largue o sorvete, desligue a comédia romântica e, pelo amor, não entre em redes sociais para desabafar. Aliás, fique longe delas, bem longe... Experiência própria. Informar a todos seu estado de espírito só te fragiliza, afinal, muita gente vai usar seu lamento cotra você, mesmo sem querer. Mas o que fazer então?
Bom, você pode jogar videogame. No começo vai ser meio complicado, mas acredite, você vai viciar. Ou andar de bicicleta para, além de resfriar a cuca, perder as calorias adquiridas com o combo anti-deprê (brigadeiro+sorvete). Ou dar banho no seu cachorro. Isso vai te render tanta bagunça que nadinha de ruim vai passar na sua cabeça!
Entretanto, se nada disso resolver, faça cachos no cabelo. Com os dedos e grampos, baby liss ou até com aqueles rolinhos de vovó. Você vai ter tanto trabalho para adquirir a habilidade motora, vai enroscar os cabelo, tentar desistir e vai asfixiar com laquê mas, talvez, no final das contas dê certo e você fique bonita. Então, caso isso aconteça, palmas para você! Perdeu metade do dia no serviço, não chorou, já que sua concentração ficou toda voltada para o processo, e ainda ganhou um cabelo super-diva! Afinal, se as coisas saírem do lugar tudo bem, a gente ajeita tudo, somos mulheres fortes e modernas. Mas fazemos isso com rímel, cabelo escovado e salto 15!
(L.K)
(L.K)
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