quinta-feira, 28 de novembro de 2013

10 motivos pelos quais os jovens de 1969 foram mais legais que você

Quem sente inveja branca das mães e avós, que usaram as roupas mais legais do mundo e que servem de referência para a moda até hoje, levanta a mão! Pseh...sou dessas! Já falei e repito, minha alma tem cheiro de naftalina! Nasci na época errada! Encontrei um post delícia, neste blog aqui, que fala exatamente sobre essa vontade de viver, um diazinho que seja, nesta época. Copiei, na íntegra, para dividir com vocês!!!!!

Boa Leitura!!!!!

Veja os 10 motivos pelos quais os jovens de 1969 foram mais legais que você:
01.  O intervalo parecia um festival de música.
♥ Branco total, chapéu, óculos redondo, meia 3×4, shorts estampado, rasteirinha e calça flare. 




02. Elas usavam jardineira com keds bem antes de você.
 ♥ As jardineiras voltaram com tudo! Muito amor por esse modelinho usado com tênis.

 03. Enquanto ela vai vestida assim para a aula, você usaria esse look apenas para uma festa a fantasia.



04. As meninas usavam essas meias e tinham orgulho disso. E nunca um colar de pérolas foi usado tão estilosamente.

♥ Meia calça colorida. A releitura dessa peça são as leggings estampadas



05. Você podia cruzar com a Pocahontas no intervalo, mesmo que ela tenha ficado famosa 30 anos depois.


06. Tudo bem ir pra escola de chapéu, ninguém falava nada

♥ Xadrez, listras coloridas, meias e calça flare.


07. A pose da foto era estilo Marilyn Monroe e não estilo Anitta.



08. Os coletes que elas tinham de monte no armário são os mesmo que você nunca acha depois de procurar em mil brechós.

♥ Camisa e colete de franjas com aplicações. Muito lindo!


09. Elas usavam vestido por cima da calça pantalona e tava tudo bem.



10.  Eles tiveram a oportunidade de ir para o Festival de Woodstock, você não.



quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Perca seus quilos desnecessários!

Ok! Tudo bem...se você não está feliz com seus quilos a mais, mãos à obra! Nade, corra, dance e entre na dieta. Mas, se não está nem aí e é feliz desse jeitinho, manda o mundo calar a boca! Ah, e pára de tomar chazinho emagrecedor com essa cara de "tô tentando gente". Você não deve satisfação do seu corpo para seus amigos, mãe, pai ou namorado! E tomar chá sem exercícios e alimentação balanceada, não serve para nada...e você sabe, não é!?

Aliás, é um absurdo o corpo feminino continuar existindo em favor das perspectivas de alguém. Se a fulana é magrinha ou tem culote mas é feliz, meu amor, ela tem mais que muita gente! Acho que temos que respeitar nossos corpos, como mulheres e não como objetos. Você não tem que assegurar a auto-estima do seu companheiro na curva do seu quadril. Homens, entendam, mulher bonita não é sinônimo de satisfação pessoal e nem de vida bem resolvida. Ok!?

Ah...e esse negócio de ser ou não bonita é muito, mas muito relativo. Muitas brasileiras lindas e torneadas não seriam tão lindas no Japão ou na Alemanha, quem sabe...A loira de olho azul em países nórdicos é só mais uma loira de olho azul e pronto. Se hoje você aplaude um determinado tipo físico, seu avô "lia" revistas atraído por outro. Então, "vá catar coquinhos" com seus estereótipos ridículos!

Imagina quantas boas companhias ou quantas pessoas lindas a gente deixa de se relacionar por conta desses preconceitos que nem sabemos de onde vem! Uma pessoa é bonita não pelo que ela tem, mas pelo que ela faz com o que tem. Tenho amigos acima do peso que são mais seguros e felizes que você e sua cabeça fechada. E aquela menina, toda "perfeitinha" que você olha tem tantas neuras que vive preocupada consigo mesma e não enxerga mais nada. 

Você precisa entender que a beleza  que tanto te atrai vai ser comida por corós (argh!) que ficam em baixo da terra, há sete palmos (sacou o trocadilho?), para onde você vai um dia e, sinceramente, um corpo dentro do padrão não serve para porcaria nenhuma lá. Se for para praticar exercícios, ótimo, faça isso pela sua saúde. Se quiser ficar mais bonita e cuidada, parabéns, de fato precisamos disso. Mas não levante seu bumbum do sofá se não for para ser feliz, mesmo que ele não seja tamanho 36. A vida é tão difícil e complicada que não vale a pena ficar sofrendo em prol do que os outros querem de você.

Use como parâmetro o seu melhor, o seu máximo e não aquela capa de revista toda retocada e cheia de truques. Seja feliz e mande os grilos para bem longe. E se alguém te apontar ou tentar escravizar sua auto-estima baseada em algum padrão fútil passe, com sua alma leve e sorridente, por cima! Liberte-se dos seus quilos extras, não daqueles que ficam na cintura pois, os que realmente pesam, são os que ficam no coração!   (L.K)

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Coisas (Clarissa Corrêa)


O amor tem as suas particularidades, mas não é mais bonito ou mais feio, mais gordo ou mais magro, mais careca ou cabeludo. Ele simplesmente é. E o fato dele apenas ser se sustenta e o deixa belo, independente de sua forma. 


Pode soar meio confuso tudo isso, mas o amor é. Ele não precisa de mais nada: apenas surgir e ser. Porque quando ele é permanece até o fim do mundo.


É por isso que eu quero te agradecer. Obrigada por me amar. Obrigada por estar ao meu lado quando eu mais preciso, quando me perco, quando não sei quem sou, quando mergulho e não encontro o caminho de volta. Obrigada por me amar quando eu esqueço as chaves, quando roubo as tuas meias, quando coloco a xícara em cima da mesa sem o porta-copos, quando esqueço de trocar o lixo, quando não ouço e quero apenas falar, quando sou teimosa. 


Obrigada por me amar nos meus dias ruins, quando estou assustada ou agressiva, chateada ou morna. Obrigada por me amar mesmo sendo mandona, mimada e brava. Obrigada por me amar quando não sei o que fazer, quando não consigo dizer ao certo o que preciso, quando o que aparece é só o meu avesso. Obrigada por amar minhas fraquezas, angústias e asperezas. Obrigada por amar minha sujeira, meu lixo interno, meus cabelos no ralo, meu lado azedo e estragado. Obrigada por amar meu jeito muitas vezes infantil. Obrigada por amar meus defeitos, que não são poucos. 


Obrigada por amar minhas celulites, estrias, meu dedo esquisito, minha mancha do pescoço, meu dente que entortou depois que o siso apareceu. Obrigada por amar minhas incontáveis sardas e cada hematoma que aparece na minha pele branca sempre que sem querer bato na mesa, na cadeira, na porta, no armário, em qualquer lugar. Obrigada por amar minha forma desastrada de ser. 


Obrigada por me amar quando falo sem pensar, quando o filtro vai embora, quando surto, enlouqueço, grito ou vomito frases feias. Obrigada por me amar quando eu erro. Obrigada por me amar quando eu não sou tão legal. Obrigada por me amar quando o amor anda na corda bamba. Obrigada por me amar quando eu acabo esquecendo de gostar de mim. Obrigada por amar o que escolhi ser. Obrigada por amar quem eu sou e não quem você gostaria que eu fosse. Isso, sim, é amor.

O texto de hoje foi retirado daqui!

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Eu fico madrugada adentro tentando compreender...




... em que ponto foi que deixamos de falar a mesma língua? A gente sempre teve um jeito tão exclusivo para a conversa. Quando, exatamente, nossos olhos, nossos braços, nossas bocas pararam de conversar?

Tínhamos nosso próprio vocabulário de saliva, suor e longas conversas. O que aconteceu? Que abismo é esse entre nós? Como ele surgiu?

Quero entender qual foi o grande erro e percebo que o orgulho foi com toda a certeza o maior vilão. Eu com todas as minhas convicções de quem acabou de iniciar seus passos pela vida e com tanto esforço para fazer as coisas darem certo, acabei nem percebendo, elas eram certas. Daquele jeito bagunçado, mas eram.

Você com suas cicatrizes e experiências do mundo, acreditando que eram todas tão honestamente corretas nem percebeu, só estava vendo uma face da moeda.

Parece que a vida foi cegando e calando a gente. Aos poucos as noites de conversa sobre o colchão se transformaram num espaço vazio e gelado entre dois corpos carentes um do outro.
(L.K)

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Pessoas seguras dizem não!



Sabe o que é frustrante? Ver que eu caí novamente no círculo vicioso de olhar para meu umbigo, reclamar da vida e voltar a olhar para o meu umbigo!
Não leve a mal, é só um desabafo...não sou a pessoa mais egoísta do mundo, pelo contrário, me esforço ao máximo para agradar a todos. Sou solícita, prestativa, gosto de resolver as coisas antes de elas virarem grandes problemas e de ajudar quem quer que seja. Sou manteiga derretendo na torrada. Me dói a dor alheia.

A questão é que quando eu preciso que alguém faça o mesmo por mim eu me torno uma louca! Quero que as pessoas sejam como eu, façam como eu e correspondam a toda a minha boa vontade. É que essa minha mania de querer agradar,  é fruto de pura insegurança e pessoas seguras sabem dizer não como ninguém. Eu não sei!

Morro de medo de dizer não. Morro de pavor de perder a empatia ou de não ser útil. Isso é uma grande e enorme porcaria! Pelo amor! Pessoas que se valorizam, de verdade, dizem não o tempo todo. Elas conhecem seus limites, seu gostos, suas fraquezas, aceitam tudo isso e “bola pra frente”.

Por outro lado, eu sou o tipo que não aceita não ser boa em algo, que morre de vergonha do fracasso e que segue fazendo de tudo para ninguém enxergar os defeitos que carrego, feito tatuagem, na testa. E quanto mais eu camuflo, mais óbvios eles ficam. Que burrice! Que covardia! Quanta auto-depreciação! Daí fico “chorando as pitangas” quando levo um belo e sonoro (ainda que mudo) não! Um não lindo de morrer, que me causa a maior inveja do mundo. Um não firme, seguro e sem neura, vindo da boca de alguém que se respeita! Não sou correspondida e carrego minha mágoa, como um troféu, como se tivesse sido injustiçada pela vida!

Preciso aprender que as pessoas não vão concordar comigo o tempo todo, quase nunca vão se sacrificar por mim, vão colocar seus ideais acima dos meus, vão viver sem chorar pelos outros e não vão ser más por isso! Preciso aprender a não escravizar minhas emoções em prol do sentimento alheio. Preciso respeitar minhas limitações. Preciso vestir elas e sair dançando pelas ruas, sem tentar esconder, sem tentar maquiar e, principalmente, preciso parar, de uma vez por todas, de cobrar perfeição das pessoas que eu amo. Afinal eu tenho tantas buracos na estrada da alma que seria hipocrisia querer andar por avenidas perfeitas no coração alheio..."

(LK 18/09/2013)


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

É que eu sou dessas que choram...



Por que falar é tão complicado? Não, não estou me referindo a discursos, apresentações ou explanações bobas...isso sempre foi fácil para mim. Pois é...Tem talento para tudo nessa vida. Tem gente que se dá bem com desenho, com música, jogando bolas no sinal... Cada um na sua! Por incrível que pareça eu nunca fui do tipo que engasga para falar em público, não mesmo. Meu problema é o cara-a-cara, é o coração transbordando... Isso sim é difícil.

Eu sempre fui assim, com dificuldade para expressar o que realmente tá guardado lá naquele canto dolorido da alma. E quando resolvo deixar meus receios de lado e colocar para fora o que realmente penso, bem, aí os olhos enchem de água, a voz embarga, as bochechas ficam rosadas e eu me enrolo toda.

Pois é... não entendo o motivo, mas sou dessas que choram. Eu choro se estou triste, choro quando estou alegre de mais, choro na TPM, choro em comercial de margarina e choro quando alguém chora.

Que coisa louca! Muitas vezes eu nem quero chorar, só quero sentar e conversar feito uma mocinha mas, quando menos espero, lá vem o berreiro e essa coisa engasgada na garganta, essa angústia que nem o mais poderoso dos potes de sorvete consegue resolver, me faz desabar...

Detesto isso. Eu sou forte para tantas coisas, sou madura para tantas coisas e não consigo falar sobre meus grilos e neuras sem derramar uma enxurrada de lágrimas. Dá até medo, vai que essa água toda afoga alguém por aí.

Acho que é coisa de "mulherzinha" mesmo, essa mania de chorar por qualquer coisa...É assim e deu. Eu peço desculpas pelo dramalhão, juro que não é por querer. Então, quando vier o "chororô", compreenda e me arranje uma boa caixa de lenços de papel, por favor!
(L.K)

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Faz um tempinho que não escrevo nada...

Faz um tempinho que não escrevo nada...não sei por que, mas tem hora que a alma fica preguiçosa de mais para se colocar numa folha de papel. Nesses dias de céu azul, parece que rabiscar não faz sentido já que há tanto para ser visto lá fora. E quando o céu não está tão azul assim, bom, nesses dias não importa, faz verão em mim...

É que quando as coisas vão bem, elas vão bem e ponto. A gente acaba esquecendo o quanto o mundo é mal e o quanto somos confusos. Quando as coisas vão bem é tão tranquilo, que tudo parece arco-íris, que tudo fica florido e tudo tem gosto de sorvete...

Eu gosto tanto desses dias leves e desses dias de coração calmo, que quase me torno egoísta, pensando que meu pedacinho de paraíso é uma fortaleza impenetrável, por onde não passam nuvens cinzas e nenhuma dorzinha sequer...Mas não é! A realidade sempre volta, com seus olhos frios...Mas eu não ligo! Eu supero ela de volta e dou meu sorriso mais bonito! 

(30-08-2013)